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CASO DO CANIL: LAFAYETTE ANDRADA DIZ QUE NÃO VÊ CRIME E NENHUM TIPO DE DESVIO DO COMANDANTE DO CANIL EM TRABALHO BRAÇAL EM ARRANCAR MATO COM AS MÃOS


  • MP denuncia 29 pessoas e pede prisão de oficiais da PM

  • Militar de Alagoas morreu durante treinamento do Bope, no Manso. no ano passado

  • MidiaNews/Reprodução 
    Abinoão (destaque), da PM de Alagoas, morreu durante treinamento do Bope, na região de Manso 

    DA REDAÇÃO


    O Ministério Público de Mato Grosso decidiu, por meio do promotor Vinícius Gayva, denunciar 29 pessoas por envolvimento na morte do soldado Abinoão Soares de Oliveira, durante treinamento do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, em abril de 2010. 

    Responsável pela ação, o promotor também pediu a prisão preventiva de sete pessoas - entre as quais, os tenentes PM Carlos Evânio Augusto e Ducésio Barros de Oliveira. Os oficiais do Bope são acusados diretamente da morte do soldado.

    Gayva disse, no começo da noite desta segunda-feira (28), que os sete acusados devem responder pelos crimes de tortura e tortura, seguida de morte. 

    Conforme o promotor, as prisões preventivas são necessárias para "manutenção da ordem pública e conveniência da instrução criminal". Ele acha que os acusados podem atrapalhar o andamento processual, se ficarem em liberdade.

    Abinoão Soares morreu durante um treinamento na região do Lago de Manso, a 20 km de Cuiabá.

  • Promoção de policiais militares e civis: sonho quase impossí­vel

    Auro Ida
    Promoção de policiais militares e civis: sonho quase impossí­vel
    MT - Imagina você um office boy de uma grande empresa e, daqui a 30 anos, quando vai se aposentar, continuasse office boy. Qual o estí­mulo que ele teria para trabalhar na empresa, mesmo que fosse uma grande multinacional? Nenhum. A história, no entanto, mostra que grandes executivos começaram a sua carreira de forma humilde, chegando ao topo devido a competência e dedicação.

    Assim é a vida: a expectativa de crescer nos impulsiona a melhorar, sempre. Hoje um policial civil ou militar têm limitado o seu sonho de crescer. Um PM, por exemplo, pode chegar ao máximo a sargento, isso depois de anos e anos de trabalho e, mesmo assim, por atinguidade. Ou seja: a maioria absoluta entra soldado e se aposenta soldado, além de ganhar um salário baixo.

    Um soldado PM nunca chegará a oficial, a não ser que faça curso e preste um novo concurso. Na história da PM de Mato Grosso, apenas o atual comandante geral, coronel Lino, iniciou a sua carreira militar como soldado, fez curso para oficial e conseguiu agora chegar ao posto mais alto da corporação. Uma exceção a regra.
    A situação é similiar na Policia Civil. Um agente, como soldado PM, nunca chega a delegado, a não ser que se forme em direito e, depois, preste concurso. Não sei como isso seria possí­vel, mas sou a favor de que, tanto na PM como na Civil, uma parte dos cargos de comando sejam destinados a aqueles que realmente estão no dia a dia fazendo a nossa segurança.

    É inadimissí­vel, por exemplo, um grupo de soldados da PM, com anos e anos de experiência, seja comandado por um oficial recém ingresso na corporação, sem a experiência de campo. E isso, infelizmente, é corriqueiro na instituição. O ex-tenente Willian Dias era respeitado pelos seus subordinados, pelo que me informaram, porque em todas as operações de campo era o que sempre ia na frente.

    "Tem tenente que fica atrás e, no primeiro tiro, é capaz de sair correndo", me falou um soldado. Hoje cerca de 30 soldados PM's fazem curso de direito e sofrem, segundo informações, perseguições de oficiais que não querem possí­veis concorrentes. Uns são transferidos e obrigados a suspender os estudos e outros são expostos a plantões mais esdrúxulos com o objetivo de prejudicar a sua formação. 

    Nos últimos dias, li, tanto em ní­vel estadual como federal, o envolvimento de policiais, das duas instituições, em casos de corrupção e abusos. Acho que os maus policiais precisam, sim, ser punidos. Agora, nós precisamos deixar de sermos hipócritas e medirmos a régua por baixo, achando que todos os policiais são potencialmente maus. Já fui parado em diversas blitzes e, sempre, fui bem tratado. Não dou carteriada como alguns, submeto as revistas e aos procedimentos de segurança sem menor constrangimento. O respeito gera respeito.

    Vejo, portanto, com tristeza, instituições importantes para o nosso dia a dia serem tripudiados, equecendo que, nas duas corporações, a grande maioria é de bons policiais. De um lado, falta o estí­mulo do crescimento na carreira e, de outro, bom salário. Se conseguirmos equacionar essas duas questões, com certeza, vamos ver poucos casos maus policiais ocupando o noticiário policial.



  • Governador descarta fechamento de delegacias em MT

  • Silval Barbosa diz que o Estado aguarda decisão da Justiça para chamar 60 delegados


  • MidiaNews

    Governador Silval Barbosa diz não para fechamento de delegacias

    BRUNO GARCIA
    DA REDAÇÃO

    O governador Silval Barbosa (PMDB) reconheceu, nesta segunda-feira (28), a deficiência de estrutura humana nas delegacias de Polícia de Mato Grosso, mas descartou qualquer possibilidade de fechamento de unidades.

    O Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil (Siagespoc) sugeriu, na semana passada, o fechamento de 52 das 104 delegacias, por falta de condições de trabalho.

    Na avaliação de Silval, a situação necessita de atenção especial, ao destacar que a falta de delegados, investigadores e escrivães prejudica o serviço da Polícia Civil no Interior. "Uma cidade que não tem um delegado, realmente, é difícil para se desenvolver as atividades de investigação e do que é de competência da polícia", declarou.

    Relatório do sindicato aponta que 56 delegacias têm efetivo inferior a cinco investigadores; 14 possuem somente um investigador; e 52 unidades não têm delegados. O órgão também assinalou problemas com manutenção de viaturas, prédios, acúmulo de casos sem solução, entre outros na área técnica.

    Quanto ao pedido para a redução de delegacias, Silval declarou que o Governo vai trabalhar para resolver os problemas e não pensa em fechar delegacias no Estado. "Não terá fechamento. Não discutimos isso e é uma sugestão do sindicato. O objetivo é estruturar. Segurança Pública é responsabilidade do Estado e vamos fazer a nossa parte", afirmou.

    Contratação e concurso
    Silval destacou que o Governo aguarda uma decisão judicial para contratação de 60 delegados de Polícia, o que amenizaria a situação de forma imediata. "Acreditamos que, dentro de poucos dias, teremos 60 delegados para atender essas cidades. Resolve e ameniza a situação", disse.

    Segundo ele, o Estado já estuda a possibilidade de realizar novos concursos públicos para contratação de policiais e agentes administrativos para a instituição.

    "Teremos que abrir mais concursos para chamarmos mais escrivães, mais agentes policiais e também mais pessoas para a área administrativa", adiantou.
  • MANIFESTAÇÃO VERGONHOSA, É ASSIM QUE QUEREM PLEITEAR SEUS DIREITOS?


    "JULGOU, CONDENOU E EXECUTOU"

    Veja o discurso do CABO JÚLIO durante ato público ocorrido na tarde desta terça-feira(01/03),  na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em protestos às críticas feitas contra o Batalhão ROTAM.































    Veja como foi o Ato Público organizado pelas entidades de classe na porta da ALMG
    Centenas de policiais militares participaram de um ato público no hall das Bandeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na tarde dessa terça-feira, 1º de março de 2011.
    Com o objetivo de rebater as críticas feitas pelo Secretário de Defesa Social, Lafayette Andrada e o deputado Durval Ângelo, aos policiais do Batalhão Rotam e também do 22º Batalhão. O que foi falado pelos dois gerou um descontentamento geral dos militares.
    O ato público organizado pelas entidades de classe e pelo deputado Sgt. Rodrigues foi reforçado pelo vereador Cabo Júlio e por outros militares que fizeram questão de pegar o microfone e manifestar a indignação da tropa.
    Veja as imagens e os vídeos com algumas falas importantes:
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    Texto, fotos e vídeos: Pascoal Monteiro

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